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    25 Februar

    Acidente seca lago do parque da Aclimação, em São Paulo

    O rompimento do sistema de circulação de água fez com que o lago do parque da Aclimação, no centro de São Paulo, se transformasse em um enorme lodaçal na segunda-feira (23) à tarde. A água vazou para a tubulação interligada ao sistema que deságua no rio Tamanduateí, arrastando peixes, cisnes, gansos e tartarugas que nadavam no lago.

    Sensibilizados, moradores e frequentadores tentavam resgatar animais que se debatiam na lama - segundo eles, nenhum funcionário do parque os ajudou na tarefa.

    Peixes iam sendo colocados em baldes e transferidos para uma espécie de tanque próximo ao lago, em um resgate improvisado pelos usuários do parque. No entanto, apesar do empenho, vários dos animais não sobreviveram à mudança.

    "Eles (os funcionários) ficaram de braços cruzados vendo a gente tirar peixes, gansos e cisnes e não fizeram nada. Agora querem expulsar a gente daqui com a desculpa que o parque fecha às 20h", disse o músico Waldir Borges, 45, que havia ido fazer cooper no parque.

    A instrumentadora cirúrgica Cristina Bertolozzi, 45, também ajudou no resgate. "Cheguei por volta das 18h e os peixes estavam morrendo. Eu e meus sobrinhos começamos a pegar os peixes e ninguém ajudou a gente em nada. Usamos baldes que outros moradores trouxeram para o resgate."

    A Folha presenciou o momento em que Cristina pediu a seguranças uma lanterna para ajudar no resgate dos peixes, já que a copa das árvores encobre as luminárias do parque na região do lago. A resposta do funcionário foi que a bateria do equipamento seria suficiente para apenas dez minutos, e que o tempo para recarga é de cerca de cinco horas.

    Cautela - Heraldo Guiaro, diretor do Departamento de Parques e Áreas Verdes da Cidade São Paulo, órgão da prefeitura, tentava convencer as pessoas a saírem do lago. "A gente não sabe o que tem aí nesse lodo todo. Muito provavelmente é uma água que coloca a vida humana em risco. Temos preocupação com quem está entrando porque não se sabe o que pode acontecer. Não dá para ser assim, tem de ser com cautela."

    Às 20h20 um carro dos bombeiros com quatro homens chegou ao parque para resgatar dois cisnes atolados na parte mais central do lago.

    Um bombeiro com uma corda amarrada ao corpo tentou caminhar até os animais, mas afundou no lodo até a cintura e teve de desistir da missão. À noite, funcionários da prefeitura buscavam um bote para fazer o resgate. Puxado por cordas, ele serviria como uma espécie de plataforma para que os bombeiros deslizassem na superfície de lodo.

    Causas - O lago, de cerca de 33 mil metros quadrados, secou entre as 16h40 e as 17h30, após a forte chuva que afetou São Paulo.

    Guiaro diz que o problema ocorreu com o rompimento da base de sustentação do vertedouro (canal artificial) do lago, espécie de caixa d'água que integra o sistema de circulação e controla o nível da água que entra pelo córrego Pedra Azul.

    Segundo Guiaro, só hoje (terça-feira, 24)será possível definir as causas do acidente e elaborar obras emergenciais, que deverão ficar sob responsabilidade da Secretaria de Infraestrutura e Obras. (Fonte: André Camarante/ Folha Online)

    BNDES libera R$ 1,3 bilhão para LLX construir Porto do Açu

    A LLX Minas-Rio divulgou ontem que assinou o contrato definitivo de R$ 1,321 bilhão com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a construção do porto do Açu, em São João da Barra, no Norte do estado do Rio de Janeiro. Segundo a diretora financeira da LLX Logística SA, Eliane Lustosa, empresa que detém 51% da LLX Minas-Rio, o contrato equaciona toda a necessidade de funding do projeto, cuja contrapartida da empresa será de 27% frente ao financiamento de 73% por parte do Banco. No total, o projeto compreende investimentos de R$ 1,81 bilhão.

    O projeto prevê uma ponte de mais larga que a ponte Rio-Niterói, com largura de 2,5 quilômetros, e extensão de 26,5 quilômetros. A estrutura entra mar a dentro. Ao seu final estará o porto propriamente dito. O formato é comum em portos que escoam minérios, pois permite um impacto ambiental menor sobre o litoral e exige uma dragagem do fundo do mar bem menor, de forma a comportar navios de grande calado. O porto do Açu terá capacidade para escoar 26 milhões de toneladas de minério de ferro ao ano, o qual chegará ao local por meio de um minerioduto de 525 quilômetros, ligando a mina da Anglo American, em Minas Gerais, ao litoral do estado do Rio de Janeiro. Um segundo minerioduto deverá ser iniciado para se ligar ao porto a partir de 2012.

    "Não podemos pensar conjunturalmente nesse tipo de empreendimento", explicou a executiva. Segundo ela, a queda dos preços do minério de ferro em decorrência do desaquecimento da economia mundial não pode definir o futuro de um projeto de longo prazo. A operação do porto-onde o minério será filtrado e embarcado - está previsto para 2011. O empreendimento tem uma rentabilidade de 15% ao ano de taxa de retorno em dólar, o que significará um retorno em 30 anos.

    Eliane detalhou a operação: o financiamento tem carência de 2,5 anos, será pago em 12 anos a uma taxa média de TLJP mais 2,5% ano. A modalidade de financiamento adotada é o de project finance. Metade do financiamento será feita diretamente pelo BNDES e a outra parte será repassada aos bancos Itáu e Unibanco, como parte da estratégia do BNDES de dividir seus riscos. O projeto já estava em discussão com o banco há muitos meses e sua aprovação formal pela diretoria do BNDES deu-se em outubro.

    Com a assinatura do contrato definitivo, a diretora financeira credita o papel do BNDES para viabilizar o projeto como sendo fundamental. "Especialmente em um momento como o atual, no qual há muitas dúvidas quanto à continuidade de investimentos vultosos", acrescentou. Segundo ela, se os investidores fossem esperar o término da crise internacional para realizar o empreendimento, ele se atrasaria muito. "Neste momento de crise, precisamos antecipar os investimentos".


    | Gazeta Mercantil 29/01/2009

    16 Februar

    Movimentação de contêineres volta a crescer

    Movimentação de contêineres volta a crescer Imprimir E-mail

    Valor Econômico   

    16.Fev.09

     

    O mercado de fretes de contêineres iniciou uma tímida recuperação nos últimos dias, com aumento na procura do serviços, mas que ainda não atingiu os preços. Essa melhora é reflexo de um esforço do setor para vencer umas das mais profundas crises de sua história. O equivalente a 6% da frota mundial de navios especializados em contêineres está ociosa em torno de Cingapura, na Ásia, à espera de contratos. São cerca de 680 mil Teus (unidade de 20 pés) disponíveis, que agem contra a recuperação dos preços dos fretes, ao ponto de haver rotas entre Ásia e Europa com níveis negativos de remuneração.

    "Em volume começamos a melhorar; a pior fase foi no início do ano, quando caímos de 25% a 30% em relação há um ano. Nossa avaliação é de que o segundo semestre será melhor que o primeiro, mas 2009 não atingirá os níveis de 2008", analisa Julian Thomas, diretor da Hamburg Sud para o Brasil, Uruguai e Argentina e da Aliança Navegação e Logística. Um dos exemplos da queda dos fretes é dado pelo contêiner de exportação de café de 20 pés, que já esteve pela casa dos US$ 1,5 mil e hoje está em US$ 1,1 mil, na média do mercado.

    As dificuldades do setor também foram agravadas pelo preço dos combustíveis. Parte da alta foi repassada para a carga transportada, por meio de sobretaxas, que até agora não foram totalmente suprimidas, na tentativa de um resultado superavitário para os armadores. A tonelada de óleo embarcada em Roterdã, na Holanda, chegou ao patamar de US$ 700, mas já havia declinado para US$ 249,50 na quarta-feira. "Esse nível já esteve em US$ 180 e mesmo com sobretaxas, os fretes estão longe de serem compensatórios", diz Thomas.

    A redução dos níveis de consumo dos Estados Unidos é vista como fator agravante para os fretes mundiais, com a avaliação do diretor da Hamburg Sud de uma queda de 20% na procura de contêineres daquele mercado em 2008, relativamente a 2007. Para o primeiro semestre deste ano, a estimativa é de uma queda de 11,8%, ante mesmo período de 2008, para 6,6 milhões de Teus, segundo a National Retail Federation.

    A conexão entre fretes e encomendas de novos navios porta-contêineres resulta no cancelamento de novas embarcações, "com perdas de depósitos iniciais", conforme Julian Thomas. Segundo o AXS-Alphaliner, serviço especializado no setor, as atuais encomendas caíram para 6,1 milhões de Teus, o mais baixo nível em 16 meses. Nos últimos quatro meses não houve qualquer nova encomenda.

    A lenta recuperação dos fretes para contêineres segue um ritmo aquém do mercado de graneleiros (produtos agrícolas, carvão, minério), acompanhado pelo Baltic Dry Índex (BDI), que marcou 2.055 pontos, na quarta-feira, avançando mais de 175%, desde dezembro. Especialistas do setor atribuem essa diferença à maior estabilidade e regularidade das rotas dos navios de cargas secas. Mesmo assim, o setor amargou desníveis extraordinários de fretes, que no auge dos elevados preços do barril de petróleo, chegaram a US$ 120 mil por diária de navio, caindo, depois, para menos de US$ 10 mil e atualmente estão ao redor de US$ 40 mil.

    Para a Hamburg Sud e Aliança, com uma frota de 50 navios e capacidade equivalente a 155.693 Teus, o ano de 2009 será atípico, com previsão de alguma baixa, ante 2008. A comparação entre um ano e outro sofre a influência da compra da italiana Costa Containers Line, no final de 2007, com navios incorporados no início de 2008. "Estamos fechando 2008 com aumento de dois dígitos", diz Thomas, sem revelar o quantitativo e acrescentando que essas empresas não farão qualquer alteração em sua frota atual, em 2009, garante o executivo.

    A favor do desempenho do ano passado também pesou o fator cambial, com a depreciação do real, que tornou os produtos brasileiros mais competitivos e permitiu resultados positivos para os contêineres. O porto de Santos, em 2008, movimentou 2,7 milhões de Teus, com acréscimo de 5,6% sobre 2007.

    Boletim Vidagua | IDH poderá incluir novos fatores em 2010

    O PNUD está fazendo uma série de estudos para avaliar a possibilidade de mudanças no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) a partir de 2010, ano em que o indicador completa 20 anos. Discute-se a inclusão de novos fatores para o cálculo, que atualmente considera o PIB per capta, a expectativa de vida, a taxa de analfabetismo e a taxa bruta de matrícula escolar para qualificar os países num ranking de desenvolvimento humano.

    Um dos pontos mais debatidos é a incorporação de indicadores de outras áreas e a viabilidade de fazê-lo refletir as desigualdades internas dos países. O texto do PNUD que acompanhou o último ranking do IDH menciona algumas questões que estão sendo levantadas: "Como poderíamos considerar aspectos mais amplos do desenvolvimento, como liberdade de escolha ou de oportunidade? O enfoque considera de modo suficiente as disparidades e desigualdades que caracterizam o desenvolvimento?".

    O modo como a renda é levada atualmente em conta no índice "tem uma limitação, porque o que aparece é a média da renda, e isso esconde desigualdades como as que temos no Brasil", afirma Flávio Comim, coordenador do Relatório de Desenvolvimento Humano no Brasil. Ele diz que uma das propostas para 2010 é a inclusão de um fator de correção para penalizar a desigualdade.

    Acadêmicos, instituições de pesquisa e membros de governos de vários países estão sendo convidados para participar de reuniões e apontar sugestões para aperfeiçoar o IDH. Além da renda, a inclusão de dados sobre problemas ambientais também é uma alteração possível, diz Comim.

    A forma como o IDH considera a educação atualmente também pode mudar. A crítica, segundo Comim, é que faltam dados sobre a qualidade do ensino, já que atualmente só constam números sobre a proporção de analfabetos ou de freqüentadores das escolas (para composição do índice, são utilizadas as taxas de analfabetismo e matrícula em todos os níveis de ensino).

    No texto em que divulgou o último ranking, o PNUD afirma que a comemoração dos 20 anos "é uma grande oportunidade para considerar os desafios das medidas de desenvolvimento humano". Apesar disso, não há qualquer previsão de quais alterações poderão ser acatadas. Sem tema definido, o Relatório de Desenvolvimento Humano de 2010 (que trará os números do IDH 2008) pretende ampliar as discussões sobre o conceito de desenvolvimento humano. Para 2009, o tema será a migração e o formato dos cálculos não será alterado.

    Sobre o IDH

    O IDH nasceu em 1990 como um contraponto à utilização do Produto Interno Bruto (PIB) per capta como único parâmetro para mensurar o desenvolvimento dos países. Atualmente, o índice considera três dimensões: a renda, medida pelo PIB per capta (corrigido pelo poder de compra de cada país), a longevidade, para a qual é utilizada a expectativa de vida ao nascer, e a educação, em que se consideram a taxa de analfabetismo e a de matrículas. Números para anos anteriores a 90 foram calculados retroativamente.
    12 Februar

    Concurso CIASC - CENTRO DE INFORMÁTICA E AUTOMAÇÃO DO ESTADO DE SANTA CATARINA

    O DIRETOR PRESIDENTE DO CENTRO DE INFORMÁTICA E AUTOMAÇÃO DO ESTADO DE SANTA CATARINA - CIASC no uso de suas atribuições legais, mediante as condições estipuladas neste Edital e demais disposições legais aplicáveis, TORNA PÚBLICO a realização de CONCURSO PÚBLICO, para provimento de vagas, nos cargos de TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR II e TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR III, do quadro de pessoal do CIASC, conforme tabela abaixo, com a execução técnico-administrativa da empresa AOCP - Assessoria em Organização de Concursos Públicos Ltda.

    1 QUADRO DE CARGOS, VAGAS E REQUISITOS ESPECÍFICOS:

    CARGO - TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR - NÍVEL II

    FUNÇÃO

    VAGAS

    TAXA DE INSCRIÇÃO

    REQUISITOS PARA ADMISSÃO

    ADMINISTRADOR

    06

    R$ 60,00

    Registro no Órgão de Classe em Santa Catarina.

    ADVOGADO

    01

    R$ 60,00

    Registro no Órgão de Classe em Santa Catarina.

    ANALISTA DE NEGÓCIOS

    06

    R$ 60,00

    Curso Superior Completo.

    ANALISTA DE SISTEMAS

    62

    R$ 60,00

    Curso Superior Completo.

    ANALISTA DE SUPORTE

    06

    R$ 60,00

    Curso Superior Completo.

    CONTADOR 04 R$ 60,00 Registro no Órgão de Classe em Santa Catarina.
    ECONOMISTA 05 R$ 60,00 Registro no Órgão de Classe em Santa Catarina.
    MÉDICO COM ESPECIALIZAÇÃO EM MEDICINA DO TRABALHO 01 R$ 60,00 Registro no Órgão de Classe em Santa Catarina, com especialização em Medicina do Trabalho.

    CARGO - TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR - NÍVEL III

    FUNÇÃO

    VAGAS

    TAXA DE INSCRIÇÃO

    REQUISITOS PARA ADMISSÃO

    ANALISTA DE SISTEMAS

    33

    R$ 80,00

    Curso Superior Completo

    ANALISTA DE SUPORTE

    18

    R$ 80,00

    Curso Superior Completo

    GESTOR DE PROJETOS

    06

    R$ 80,00

    Curso Superior Completo

    1.1 Salários: NÍVEL II - R$ 2.312,13 e NÍVEL III - R$ 3.788,68

    1.2 A carga horária é de 40 horas semanais; (exceto Médico com Especialização em Medicina do trabalho que é de 20 horas semanais);

    1.3 O CIASC oferece a seus empregados, plano de benefícios, que inclui:

    - Auxílio alimentação;

    - Vale transporte;

    - Plano de saúde;

    - Previdência privada;

    - Plano de cargos e salários e

    - Incentivo à educação.

    1.3.1 Os itens constantes do plano de benefícios são regidos pelas normas internas da empresa, pelas leis e acordos coletivos com sindicatos vigentes.

    2 REQUISITOS PARA INVESTIDURA NO CARGO

    2.1 São requisitos básicos para o ingresso no CIASC:

    2.1.1 ser brasileiro nato, naturalizado ou portador de direitos de cidadania, nos termos do art. 12 da Constituição Federal;

    2.1.2 comprovar o grau de escolaridade exigido para o cargo;

    2.1.3 encontrar-se no pleno gozo de seus direitos civis e políticos;

    2.1.4 estar quite com obrigações civis, militares e eleitorais;

    2.1.5 ter certificado de reservista ou de dispensa de incorporação, em caso de candidato brasileiro, do sexo masculino;

    2.1.6 ter aptidões físicas e mentais para o exercício das atribuições do cargo;

    2.1.7 não estar sujeito a impedimento legal que o impeça de exercer cargo, função ou emprego público;

    2.1.8 apresentar, para fins de investidura nos cargos onde houver a exigência de capacitação profissional específica, comprovação da inscrição com a devida regularização junto aos órgãos de classe;

    2.1.9 demais exigências contidas neste Edital.

    3 INSCRIÇÕES VIA INTERNET

    3.1 DAS INSCRIÇÕES VIA INTERNET E SOLICITAÇÕES DE ISENÇÃO

    3.1.1 As inscrições para todos os cargos deste Edital deverão ser realizadas pela INTERNET, através do preenchimento de formulário próprio disponibilizado no site www.aocp.com.br no período das 08h00 do dia 13/02/2009 até as 24h00 do dia 02/03/2009 observado o horário oficial de Brasília/DF

    Concurso MMA

    A Secretária-Executiva do Ministério do Meio Ambiente (MMA), no uso de suas atribuições e considerando a autorização concedida pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, por meio da Portaria n.° 295, de 18 de setembro de 2008, torna pública a realização de concurso público para provimento de vagas no cargo de Agente Administrativo para o Quadro de Pessoal do Ministério do Meio Ambiente, mediante as condições estabelecidas neste edital.

    1 DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

    1.1 O concurso será regido por este edital e executado pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (CESPE/UnB).

    1.2 A seleção para o cargo de que trata este edital compreenderá uma única fase, constituída de exame de habilidades e conhecimentos, mediante aplicação de provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório.

    1.3 As provas objetivas serão realizadas no Distrito Federal.

    1.3.1 Havendo indisponibilidade de locais suficientes ou adequados na localidade de realização das provas, estas poderão ser realizadas em outras localidades.

    1.4 Os candidatos aprovados serão submetidos a Curso de Treinamento após a sua posse no MMA.

    2 DO CARGO DE AGENTE ADMINISTRATIVO

    REQUISITO: certificado, devidamente registrado, de conclusão de curso de nível médio (antigo segundo grau), fornecido por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação.

    ATRIBUIÇÕES: atividades de nível médio, de natureza repetitiva, que permitam a seleção de alternativas já consagradas, envolvendo necessidade de contatos frequentes com outros setores da organização e eventuais com autoridades, dentre outras de complexidade intermediária.

    REMUNERAÇÃO: R$ 1.947,00.

    JORNADA DE TRABALHO: 40 horas semanais.

    VAGAS: 200, sendo 10 vagas reservadas aos candidatos portadores de deficiência

    07 Februar

    Seminário Internacional sobre Hidrovias Brasil/Holanda

    Abertas as inscrições para o Seminário Internacional sobre Hidrovias

    Brasil/Holanda

    Começam hoje (02) e prosseguem até o dia 20 de fevereiro as inscrições para o

    Seminário Internacional Brasil/Holanda sobre Hidrovias, que a Agência Nacional de

    Transportes Aquaviários – ANTAQ realizará nos dias 4 e 5 de março, no auditório da

    Confederação Nacional dos Transportes – CNT, em Brasília.

    O evento contará com a participação de especialistas, empresários e autoridades dos dois

    países, entre as quais o ministro dos Transportes brasileiro, Alfredo Nascimento, o

    ministro dos Transportes, Obras Públicas e Recursos Hídricos da Holanda, Camiel

    Eurlings, e o diretor-geral da ANTAQ, Fernando Fialho. Mais informações podem ser

    obtidas no site da Agência (www.antaq.gov.br).

    Com o Seminário Brasil-Holanda, a ANTAQ dá continuidade ao ciclo de debates sobre o

    transporte hidroviário interior. Ao longo de três anos, a Agência promoveu nove eventos

    nacionais, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento das hidrovias brasileiras, e

    dois encontros internacionais: o seminário com a Bélgica e o seminário Brasil/Estados

    Unidos (Mississipi), ambos transcorridos em 2008.

    A privilegiada localização geográfica aliada à uma densa infraestrutura física e ao alto

    grau de especialização e implementação de conceitos inovadores e sustentáveis fazem

    da Holanda o principal centro logístico da Europa. Por sua vez, o Brasil, com 63 mil

    quilômetros de extensão total de águas – segunda maior bacia hidrográfica do mundo -,

    trabalha para ampliar a utilização comercial das suas vias navegáveis, que hoje somam

    pouco mais de 13 mil quilômetros.

    Segundo o diretor-geral da ANTAQ, Fernando Fialho, o evento ajudará a estreitar as

    crescentes relações entre Brasil e Holanda no setor da navegação interior. “A troca de

    informações e experiências contribuirão para desenvolver e modernizar o modal

    hidroviário no Brasil e aperfeiçoar ainda mais a pujante navegação holandesa”, acredita

    Fialho.

    TEMAS PRIORITÁRIOS

    Durante o seminário, serão abordados os seguintes temas: regulamentações e assuntos

    legislativos, área considerada prioritária pela ANTAQ por englobar o sistema legal para

    uso das hidrovias, monitoramento e controle e implementação de terminais, entre outros

    aspectos legais; estabilidade dos canais de navegação (cartas eletrônicas e manejo da

    infraestrutura); embarcações em relação à infraestrutura e à carga. A frota brasileira

    consiste, hoje, basicamente de comboios movidos por empurradores, diferentemente da

    Europa, onde predominam embarcações motorizadas, mais eficientes.

    Também serão destaque no seminário assuntos relacionados ao monitoramento e

    controle operacional e à promoção da navegação interior. Este último tópico tem a ver

    com o convencimento dos políticos e da sociedade em geral para o fato de que a

    navegação interior é a modalidade preferencial de transporte dadas às suas vantagens

    ambientais, de segurança e oportunidades de logística

    02 Februar

    Crise não afeta área naval

    Texto publicado em 27 de Janeiro de 2009 -
     
    Andréa Margon
    Reportagem 
     
  • O cenário mundial aponta para a existência de 10.139 navios em construção. O Brasil ocupa o sexto lugar no ranking internacional da indústria naval, com a construção de 82 navios. Mas, esse número deve subir. No final de 2008, 154 novas construções foram confirmadas pelo Fundo de Marinha Mercante (FMM), representando investimentos de US$ 4 bilhões.

     

    O Brasil conta, hoje, com 26 estaleiros, sendo que o Estaleiro Atlântico Sul, no município de Ipojuca – complexo portuário de Suape (PE) – é o maior do hemisfério sul. Quatro estaleiros brasileiros estão investindo na ampliação: Alliança e MacLaren Oil (RJ), Wilson, Sons (SP) e Rio Grande (RS). Três novos estão em processo de implantação:  Jurong (ES), STX Brasil Offshore – ex-Aker Yards (RJ) e o Estaleiro da Bahia – EDB (BA).

     

    Os dados comprovam a previsão do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) que, no final de 2007, anunciou que o segmento caminhava para a sua consolidação.

     

    * Sinaval quer política sustentável para fortalecer o poder marítimo

     

    No ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou um programa de encomendas de 146 navios de apoio marítimo, 40 navios-sonda (28 serão construídos no Brasil) e a necessidade da construção de 11 novas plataformas de petróleo. Em dezembro, a Petrobras convocou armadores para oferecer 19 navios petroleiros e gaseiros para afretamento. A Marinha do Brasil também comunicou a demanda de 32 navios patrulha.

     

    A crise não afeta a indústria naval brasileira. Os navios são financiados, em até 90%, pelo FMM, fundo governamental, e conta com aporte de recursos do orçamento federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Já as plataformas e navios-sonda dependem de financiamentos. Atualmente o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está financiando a Petrobras para a construção das plataformas P-56 e P-55, cujas obras já foram contratadas nos estaleiros Brasfels e Atlântico Sul/Rio Grande/Quip, respectivamente.

     

    Foto: www.mauajurong.com.br

    Colaboraçao Manoel "NETO" - navegação